segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Ação Social Com Cristo - Umadju

No dia 10 de junho, foi realizada a primeira edição do "Ação Com Cristo", um projeto social da UMADJU (União da Mocidade da Assembleia de Deus de Jundiaí), sob coordenação geral do Pastor Nivaldo Ximenes, elaborado com o objetivo de prestar atendimento gratuito em diversas áreas para a população aliado à pregação do evangelho na região da vila Ruy Barbosa.  O evento contou com a contribuição voluntária de advogados, médicos, nutricionistas, assistentes sociais, psicólogos, dentistas, cabeleireiros, manicures, quiropraxistas, profissionais de enfermagem, entre outros.Todos foram convidados pela pediatra Dra. Claudia Davini, designada para a articulação dos profissionais em torno do projeto. 
A programação incluiu, ainda, a apresentação de diversas bandas convidadas pelo maestro Roberto Nascimento e sonorizadas com o apoio do maestro Eli Lorenti. O maestro Clébio Azevedo viabilizou a apresentação de duas orquestras de câmara que se apresentaram nos períodos manhã e tarde. Ao longo de todo o dia cantores e músicos anunciaram o amor de Deus por meio dos acordes.
O Departamento Infantil, sob a coordenação da irmã Susana Cirqueira, também marcou presença e registrou dez crianças que após a exposição da mensagem do evangelho entregaram suas vidas a Cristo. Alguns jovens elaboraram uma exposição interativa para apresentar o plano da salvação. Uma equipe de evangelizadores também atuou no acolhimento dos interessados para ministrar uma palavra de conforto e orar pelas pessoas. Assim, sete pessoas confessaram aceitar a Cristo como Salvador e Senhor.  
A coordenação geral da UMADJU agradece aos gestores da E.E. Deolinda Copelli, na pessoa da diretora Jucineide Vieira. Os agradecimentos são extensivos aos laboratórios AstraZeneca e Torrent que doaram insumos e equipamentos para a realização de exames gratuitos para a população e aos parceiros da JOYNT, CTQuiro, QuiroSer e CardioVision que prestaram atendimento em Quiropraxia e Cardiologia. 
O próximo "Ação Com Cristo", permitindo o Senhor, será realizado no dia 23 de setembro, na região do Novo Horizonte.


Texto e fotos - Emanuel Moura  
Fonte: http://www.adjundiai.org.br/noticia/739

domingo, 6 de agosto de 2017

Divorcio: uma cirurgia sem anestesia

O casamento segundo a Palavra de Deus é indissolúvel (Mt 19.5,6). A Palavra de Deus aborda o tema com imparcialidade. Os cônjuges só podem contrair novas núpcias pela morte de um deles (Rm 7.2,3).
Em pelo menos duas situações, segundo a Palavra do Deus, o divórcio é permitido. Para entender, leia os textos bíblicos inseridos em cada tópico:
·         Adultério (Mateus 19.3-9).
·         Quando o cônjuge descrente deseja ir embora (1 Co 7.12-15).
Paulo aborda uma situação de separação por necessidade:
Todavia, aos casados mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher.” (1 Co 7.10,11)
Neste caso, podemos entender que a separação, e não o divórcio, entre os cristãos é permitida quando existe necessidade de proteção à vida, embriaguez ou uso de drogas acompanhada de violência ou um tempo para acalmar os ânimos e poder iniciar um tratamento ou ajuda. Já participei de um aconselhamento onde o marido, ex-viciado, era fiel e repentinamente retornou à prática, consumindo e levando drogas para dentro do próprio lar, colocando sua esposa e filhos em risco.
Não podemos ser coniventes com situações diferentes das abordadas pela Palavra de Deus e tolerar o divórcio sem instruir, disciplinar e ajudar os casais que entram por este caminho.

Quanto aos que vieram do mundo, ou seja, antes de conhecer o evangelho, repousa sobre eles uma bela promessa: “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam” (At 17.30).

terça-feira, 4 de julho de 2017

DISCIPLINA NO LAR

Uma família saudável precisa ter a hora certa para todas as coisas:
 “Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” (Eclesiastes 3.1)
Isso significa que ela precisa ser disciplinada. Disciplinada no sentido realizar as tarefas, a alimentação, o lazer e demais coisas de forma ordenada e continua. Ela precisa ter disciplina

O que é disciplina? É correção, instrução ou treinamento. É fazer o discípulo igual ao seu mestre. Isso significa que os pais devem ser o exemplos para seus filhos. Um exemplo tem mais força que um sermão!

A forma como Deus disciplina seus filhos serve de base para a disciplina no lar. No convívio do lar cada membro tem um papel ordenado nas escrituras para desempenhar no lar. Cabe aos pais serem os exemplos vivos e disciplinadores de seus filhos.


 As atitudes e ações são aprendidas. Elas não vêm e ou nascem com a gente. Todos precisam ser discipulados e disciplinados. Em Provérbios 20:11 está escrito: "Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se o que faz é puro e reto."
Também informa a necessidade da disciplina e o seu propósito: "Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno." (Provérbios 23:13-14)


As autoridades constituídas por Deus na família são os pais. Na ausência do pai é a mãe. Estando presente o pai deve assumir o papel de disciplinador. Em Romanos 13:2 Paulo ensina que "De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação."


 A disciplina deve ser exercida pelos pais com o próprio Exemplo. O exemplo fala mais alto do que as palavras (I Tm 4.12; I Co11.1; Jo 13.15); com Amor pois o amor é a base da disciplina (I Co 13.4,7); ensinando pois o ato de ensinar deve ser entendido como ministrar ou transmitir conhecimentos e informações.
Os pais devem ensinar as crianças desde pequenos a respeitarem as pessoas, ter boa educação, serem aplicáveis estudantes e principalmente a educação religiosa (Dt 6. 6,7).

“Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o SENHOR vosso Deus para ensinar-vos, para que os cumprísseis na terra a que passais a possuir; Para que temas ao Senhor teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida, e que teus dias sejam prolongados.”(Deuteronômio 6:1,2)


sábado, 10 de junho de 2017

Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico


Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico.
A Associação Americana de Pediatras urge os educadores e legisladores a rejeitarem todas as políticas que condicionam as crianças a aceitarem como normal uma vida de personificação química e cirúrgica do sexo oposto. São os fatos, e não a ideologia, o que determina a realidade.
1. A sexualidade humana é um traço biológico binário objetivo: “XY” e “XX” são marcadores genéticos de saúde, não de um distúrbio. A norma para o design humano é ser concebido ou como macho ou como fêmea. A sexualidade humana é binária por design, com o óbvio propósito da reprodução e florescimento da nossa espécie. Esse princípio é evidente em si mesmo. Os transtornos extremamente raros de diferenciação sexual (DDSs) — inclusive, mas não apenas, a feminização testicular e hiperplasia adrenal congênita — são todos desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são justamente reconhecidos como distúrbios do design humano. Indivíduos com DDSs não constituem um terceiro sexo.
2. Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. Gênero (uma consciência e percepção de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, não um conceito biológico objetivo. Ninguém nasce com uma consciência de si mesmo como masculino ou feminino; essa consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilada por percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas da criança, desde a infância. Pessoas que se identificam como “sentindo-se do sexo oposto” ou “em algum lugar entre os dois sexos” não constituem um terceiro sexo. Elas permanecem homens biológicos ou mulheres biológicas.
3. A crença dele ou dela de ser algo que não é indica, na melhor das hipóteses, um pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, existe um problema psicológico objetivo, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado como tal. Essas crianças sofrem de disforia de gênero (DG). Disforia de gênero, anteriormente chamada de transtorno de identidade de gênero (TIG), é um transtorno mental reconhecido pela mais recente edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana (DSM-V). As teorias psicodinâmicas e sociais de DG/TIG nunca foram refutadas.
4. A puberdade não é uma doença – e os hormônios que bloqueiam a puberdade podem ser perigosos. Reversíveis ou não, os hormônios que bloqueiam a puberdade induzem a um estado doentio — a ausência de puberdade — e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança até então biologicamente saudável.
5. Cerca de 98% dos meninos e 88% das meninas confusos com o próprio gênero acabam aceitando o seu sexo biológicodepois de passarem naturalmente pela puberdade, segundo o DSM-V.
6. Crianças que usam bloqueadores da puberdade para personificar o sexo oposto vão requerer hormônios do outro sexo no fim da adolescência. Esses hormônios (testosterona e estrogênio) estão associados a riscos para a saúde, o que inclui, entre outros, o aumento da pressão arterial, a formação de coágulos sanguíneos, o acidente vascular cerebral e o câncer.
7. O índice de suicídio é 20 vezes maior entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem a cirurgias de mudança de sexo – inclusive nos países mais afirmativos em relação aos chamados LGBTQ, como a Suécia. Que pessoa compassiva e razoável seria capaz de condenar crianças e jovens a esse destino, sabendo que, após a puberdade, cerca de 88% das meninas e 98% dos meninos vão acabar aceitando a realidade com boa saúde física e mental?
8. É abuso infantil condicionar crianças a acreditarem que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto seja normal e saudável.Endossar a discordância de gênero como normal através da rede pública de educação e de políticas legais servirá para confundir as crianças e os pais, levando mais crianças a serem apresentadas às “clínicas de gênero” e aos medicamentos bloqueadores da puberdade. Isto, por sua vez, praticamente garante que essas crianças e adolescentes vão “escolher” uma vida inteira de hormônios cancerígenos e tóxicos do sexo oposto, além pensarem na possibilidade da mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo quando forem jovens adultos.
Michelle A. Cretella, M.D.Presidente da Associação Americana de Pediatras
Quentin Van Meter, M.D.Vice-Presidente da Associação Americana de Pediatras Endocrinologista Pediátrico
Paul McHugh, M.D.Professor Universitário de Psiquiatria da Universidade Johns Hopkins Medical School, detentor de medalha de distinguidos serviços prestados e ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital
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A partir de matéria do blog Modéstia Masculina

sábado, 28 de maio de 2016

O NAMORO NUMA PERSPECTIVA CRISTÃ

O casamento é uma instituição divina. É através do casamento que os propósitos de Deus para a família, a sociedade e a igreja são alcançados. No alvorecer do Século XX sabemos que os casamentos eram arranjados pelas famílias para estabelecimento de alianças, manterem heranças e outros interesses. A sociedade foi mudando ao longo do tempo e chegamos ao que vemos hoje.  Ela já permite e incentiva práticas de namoro como o chamado “amor livre” onde as pessoas podem namorar, ter relações sexuais ou viverem juntas amasiadas, sem ter que assumir o compromisso do casamento civil e muito menos o religioso.
O namoro significa a prática de cortejar, galantear, atrair, cativar, inspirar amor com a intenção de (pelo menos essa deveria ser...) chegar ao casamento. Com isso não afirmamos que o jovem deve se casar com a primeira pessoa que namorar e, sim, que quando der-se início ao namoro o objetivo deste deve ser o casamento.
O namoro como conhecemos hoje não é o mesmo que se praticava em meados do século 20. Naquela época existiam regras rígidas de conduta entre os namorados. A igreja cristã definia suas regras sobre a conduta dos jovens cristãos com intuito de preservar a fé e a pureza. Porém, não existiam muitas diferenças nestas regras em comparação com as regras das “moças de famílias” daquela época. O respeito, o objetivo e a moral  deveriam ser observados pelos pretendentes a estas jovens, com risco, caso a difamassem, até de morte.
Abaixo transcrevo algumas destas regras seguidas pelas Assembleias de Deus, nossa denominação, em Santa Catarina na década de cinqüenta:[1]
  1. O namoro (bem como os dias da semana) é permitido para aqueles que pretendem se casar, caso tenham idade suficiente. Namoro só por passatempo é pecaminoso.
  2.  Namoros só na presença de acompanhantes.
  3. "Carícias" são consideradas carnais e pecaminosas.
  4. Namoro com pessoas não crentes é considerado pecaminoso, e equivale a abandonar Deus.
  5. Aqueles que praticam essas coisas são considerados rebeldes e, portanto, sujeitos à exclusão da igreja.
  6. Nada disso proíbe uma conversa amigável entre os jovens de ambos os sexos. Existe claramente uma diferença entre conversa saudável e namoro.
  7. Conversas saudáveis não precisam estar em segredo. Não precisa haver datas fixadas para uma conversa saudável.
O namoro não tem paralelo bíblico. Não se observa na palavra de Deus mandamentos sobre o namoro. Entre o povo de Deus, conforme relatado na Bíblia, os casamentos eram influenciados pelo padrão religioso no cuidado em preservar os valores, costumes e fé. Os casamentos se realizavam com pessoas que já viviam no clã familiar e pelos menos já se conheciam. Quando não havia uma pretendente os pais podiam enviar representantes à família distante para, de lá, trazerem uma parenta. Isso não impedia que o casamento ocorresse numa esfera romântica, porque os costumes, fé e conceitos de moralidade eram conhecidos. Abraão enviou seu criado para buscar uma noiva para seu filho Isaque e este a amou desde o primeiro encontro (Gn 24). Jacó foi enviado à casa de seus parentes e lá amou sua esposa (Gn 29). Quando essa regra era ignorada o casamento não tinha a benção de Deus e estava condenado a falência. Sansão ignorou essa regra, não conseguindo deixar descendente e nunca mantendo relacionamentos duradouros (Jz 14).
Algumas denominações trabalham este tema com os jovens traçando diretrizes para ajudá-los a terem sucesso em sua futura vida familiar. Elaboram regras rígidas e procuram convencê-los a seguirem-nas. A proibição do beijo, andar de mãos dadas, abraçarem-se ou qualquer contato físico é condenado. Isso é louvável, sob certo aspecto, porém não significa que a pureza será mantida até o casamento pois o pecado brota no coração.
O sexo antes de ser consumado é regido por mudanças corporais e mentais que o antecedem. Começa na mente. Temos a libido que não podemos desprezar e que foi criada por Deus, sendo a atração entre um homem e uma mulher algo bom e não há nenhum pecado nisso, a não ser que o indivíduo dê vazão e não consiga ter controle sobre seus pensamentos.
A recomendação de Paulo é que se deixarmos o Espírito Santo fluir em nossa vida, e controlar nosso ser, venceremos os desejos pecaminosos. O oposto nos levará a uma vida perniciosa e não existirá regra que nos proteja de nós mesmos (Gl 5).
Em minhas palestras sobre este tema a pergunta que mais os jovens me fazem é: onde fica o limite do carinho e do pecado? Respondo que nosso desejo é sempre saber o limite para podermos sentir o gostinho do prazer e manter os pés no lado de cá. Quando chegarmos aos limites a tentação ocorrerá para nos seduzir em rompê-los. Devemos nos preocupar em andar no centro da vontade de Deus e não nos limites do pecado.
Tudo começa na mente, e, para nos ajudar, a recomendação da Palavra de Deus é de renová-la sempre (Rm 12.1-2) mantendo os pensamentos saudáveis (Fp 4. 8-9). Somos o que pensamos!
Acredito que na forma em que nossa sociedade está organizada atualmente o namoro seja necessário para haver um pré-conhecimento e assim poder haver prevenção a um relacionamento com jugo desigual (2 Co 6.14).
Assim, termino afirmando que devemos buscar vivenciar os princípios da Palavra de Deus para um namoro saudável. Esses princípios são para nossa provisão!


Ação Social Com Cristo - Umadju

No dia 10 de junho, foi realizada a primeira edição do "Ação Com Cristo", um projeto social da UMADJU (União da Mocidade da Ass...