sábado, 10 de junho de 2017

Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico


Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico.
A Associação Americana de Pediatras urge os educadores e legisladores a rejeitarem todas as políticas que condicionam as crianças a aceitarem como normal uma vida de personificação química e cirúrgica do sexo oposto. São os fatos, e não a ideologia, o que determina a realidade.
1. A sexualidade humana é um traço biológico binário objetivo: “XY” e “XX” são marcadores genéticos de saúde, não de um distúrbio. A norma para o design humano é ser concebido ou como macho ou como fêmea. A sexualidade humana é binária por design, com o óbvio propósito da reprodução e florescimento da nossa espécie. Esse princípio é evidente em si mesmo. Os transtornos extremamente raros de diferenciação sexual (DDSs) — inclusive, mas não apenas, a feminização testicular e hiperplasia adrenal congênita — são todos desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são justamente reconhecidos como distúrbios do design humano. Indivíduos com DDSs não constituem um terceiro sexo.
2. Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. Gênero (uma consciência e percepção de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, não um conceito biológico objetivo. Ninguém nasce com uma consciência de si mesmo como masculino ou feminino; essa consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilada por percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas da criança, desde a infância. Pessoas que se identificam como “sentindo-se do sexo oposto” ou “em algum lugar entre os dois sexos” não constituem um terceiro sexo. Elas permanecem homens biológicos ou mulheres biológicas.
3. A crença dele ou dela de ser algo que não é indica, na melhor das hipóteses, um pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, existe um problema psicológico objetivo, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado como tal. Essas crianças sofrem de disforia de gênero (DG). Disforia de gênero, anteriormente chamada de transtorno de identidade de gênero (TIG), é um transtorno mental reconhecido pela mais recente edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana (DSM-V). As teorias psicodinâmicas e sociais de DG/TIG nunca foram refutadas.
4. A puberdade não é uma doença – e os hormônios que bloqueiam a puberdade podem ser perigosos. Reversíveis ou não, os hormônios que bloqueiam a puberdade induzem a um estado doentio — a ausência de puberdade — e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança até então biologicamente saudável.
5. Cerca de 98% dos meninos e 88% das meninas confusos com o próprio gênero acabam aceitando o seu sexo biológicodepois de passarem naturalmente pela puberdade, segundo o DSM-V.
6. Crianças que usam bloqueadores da puberdade para personificar o sexo oposto vão requerer hormônios do outro sexo no fim da adolescência. Esses hormônios (testosterona e estrogênio) estão associados a riscos para a saúde, o que inclui, entre outros, o aumento da pressão arterial, a formação de coágulos sanguíneos, o acidente vascular cerebral e o câncer.
7. O índice de suicídio é 20 vezes maior entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem a cirurgias de mudança de sexo – inclusive nos países mais afirmativos em relação aos chamados LGBTQ, como a Suécia. Que pessoa compassiva e razoável seria capaz de condenar crianças e jovens a esse destino, sabendo que, após a puberdade, cerca de 88% das meninas e 98% dos meninos vão acabar aceitando a realidade com boa saúde física e mental?
8. É abuso infantil condicionar crianças a acreditarem que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto seja normal e saudável.Endossar a discordância de gênero como normal através da rede pública de educação e de políticas legais servirá para confundir as crianças e os pais, levando mais crianças a serem apresentadas às “clínicas de gênero” e aos medicamentos bloqueadores da puberdade. Isto, por sua vez, praticamente garante que essas crianças e adolescentes vão “escolher” uma vida inteira de hormônios cancerígenos e tóxicos do sexo oposto, além pensarem na possibilidade da mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo quando forem jovens adultos.
Michelle A. Cretella, M.D.Presidente da Associação Americana de Pediatras
Quentin Van Meter, M.D.Vice-Presidente da Associação Americana de Pediatras Endocrinologista Pediátrico
Paul McHugh, M.D.Professor Universitário de Psiquiatria da Universidade Johns Hopkins Medical School, detentor de medalha de distinguidos serviços prestados e ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital
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A partir de matéria do blog Modéstia Masculina

sábado, 28 de maio de 2016

O NAMORO NUMA PERSPECTIVA CRISTÃ

O casamento é uma instituição divina. É através do casamento que os propósitos de Deus para a família, a sociedade e a igreja são alcançados. No alvorecer do Século XX sabemos que os casamentos eram arranjados pelas famílias para estabelecimento de alianças, manterem heranças e outros interesses. A sociedade foi mudando ao longo do tempo e chegamos ao que vemos hoje.  Ela já permite e incentiva práticas de namoro como o chamado “amor livre” onde as pessoas podem namorar, ter relações sexuais ou viverem juntas amasiadas, sem ter que assumir o compromisso do casamento civil e muito menos o religioso.
O namoro significa a prática de cortejar, galantear, atrair, cativar, inspirar amor com a intenção de (pelo menos essa deveria ser...) chegar ao casamento. Com isso não afirmamos que o jovem deve se casar com a primeira pessoa que namorar e, sim, que quando der-se início ao namoro o objetivo deste deve ser o casamento.
O namoro como conhecemos hoje não é o mesmo que se praticava em meados do século 20. Naquela época existiam regras rígidas de conduta entre os namorados. A igreja cristã definia suas regras sobre a conduta dos jovens cristãos com intuito de preservar a fé e a pureza. Porém, não existiam muitas diferenças nestas regras em comparação com as regras das “moças de famílias” daquela época. O respeito, o objetivo e a moral  deveriam ser observados pelos pretendentes a estas jovens, com risco, caso a difamassem, até de morte.
Abaixo transcrevo algumas destas regras seguidas pelas Assembleias de Deus, nossa denominação, em Santa Catarina na década de cinqüenta:[1]
  1. O namoro (bem como os dias da semana) é permitido para aqueles que pretendem se casar, caso tenham idade suficiente. Namoro só por passatempo é pecaminoso.
  2.  Namoros só na presença de acompanhantes.
  3. "Carícias" são consideradas carnais e pecaminosas.
  4. Namoro com pessoas não crentes é considerado pecaminoso, e equivale a abandonar Deus.
  5. Aqueles que praticam essas coisas são considerados rebeldes e, portanto, sujeitos à exclusão da igreja.
  6. Nada disso proíbe uma conversa amigável entre os jovens de ambos os sexos. Existe claramente uma diferença entre conversa saudável e namoro.
  7. Conversas saudáveis não precisam estar em segredo. Não precisa haver datas fixadas para uma conversa saudável.
O namoro não tem paralelo bíblico. Não se observa na palavra de Deus mandamentos sobre o namoro. Entre o povo de Deus, conforme relatado na Bíblia, os casamentos eram influenciados pelo padrão religioso no cuidado em preservar os valores, costumes e fé. Os casamentos se realizavam com pessoas que já viviam no clã familiar e pelos menos já se conheciam. Quando não havia uma pretendente os pais podiam enviar representantes à família distante para, de lá, trazerem uma parenta. Isso não impedia que o casamento ocorresse numa esfera romântica, porque os costumes, fé e conceitos de moralidade eram conhecidos. Abraão enviou seu criado para buscar uma noiva para seu filho Isaque e este a amou desde o primeiro encontro (Gn 24). Jacó foi enviado à casa de seus parentes e lá amou sua esposa (Gn 29). Quando essa regra era ignorada o casamento não tinha a benção de Deus e estava condenado a falência. Sansão ignorou essa regra, não conseguindo deixar descendente e nunca mantendo relacionamentos duradouros (Jz 14).
Algumas denominações trabalham este tema com os jovens traçando diretrizes para ajudá-los a terem sucesso em sua futura vida familiar. Elaboram regras rígidas e procuram convencê-los a seguirem-nas. A proibição do beijo, andar de mãos dadas, abraçarem-se ou qualquer contato físico é condenado. Isso é louvável, sob certo aspecto, porém não significa que a pureza será mantida até o casamento pois o pecado brota no coração.
O sexo antes de ser consumado é regido por mudanças corporais e mentais que o antecedem. Começa na mente. Temos a libido que não podemos desprezar e que foi criada por Deus, sendo a atração entre um homem e uma mulher algo bom e não há nenhum pecado nisso, a não ser que o indivíduo dê vazão e não consiga ter controle sobre seus pensamentos.
A recomendação de Paulo é que se deixarmos o Espírito Santo fluir em nossa vida, e controlar nosso ser, venceremos os desejos pecaminosos. O oposto nos levará a uma vida perniciosa e não existirá regra que nos proteja de nós mesmos (Gl 5).
Em minhas palestras sobre este tema a pergunta que mais os jovens me fazem é: onde fica o limite do carinho e do pecado? Respondo que nosso desejo é sempre saber o limite para podermos sentir o gostinho do prazer e manter os pés no lado de cá. Quando chegarmos aos limites a tentação ocorrerá para nos seduzir em rompê-los. Devemos nos preocupar em andar no centro da vontade de Deus e não nos limites do pecado.
Tudo começa na mente, e, para nos ajudar, a recomendação da Palavra de Deus é de renová-la sempre (Rm 12.1-2) mantendo os pensamentos saudáveis (Fp 4. 8-9). Somos o que pensamos!
Acredito que na forma em que nossa sociedade está organizada atualmente o namoro seja necessário para haver um pré-conhecimento e assim poder haver prevenção a um relacionamento com jugo desigual (2 Co 6.14).
Assim, termino afirmando que devemos buscar vivenciar os princípios da Palavra de Deus para um namoro saudável. Esses princípios são para nossa provisão!


Namoro Santo é possivel?







Todos sabemos, que na sociedade contemporânea, namorar é natural, é normal, mas deve ser um ato agradável ao Senhor. O namoro é uma experiência bonita, no entanto, tem que ser coerente com os ensinos da Palavra de Deus.

O período de namoro serve para inspirar afeto, carinho e respeito entre os namorados. Por outro lado, longe da palavra de Deus, o namoro pode resultar em decepção, vergonha e traumas para a vida toda.



O padrão de Deus para um namoro bem sucedido é este:



1) Espiritual - forte. Deus em primeiro lugar, nunca seu namorado (a).Deve-se continuar a realizar a obra de Deus. Há jovens que enquanto não arrumam um namorado(a) são verdadeiros trabalhadores na obra de Deus: oram, evangelizam e não perdem nenhum evento do grupo de jovens. Mas depois que iniciam uma relacionamento, parece que tudo perde a graça. A primeira atitude que tomam é não comparecer aos ensaios e reuniões na Igreja.

2) Vontade, emoções e mente dentro do plano de Deus. O domínio próprio faz parte do fruto do Espírito Santo. É preciso ter controle da mente. Paulo recomenda isso em Fl. 4.8.Uma mente descontrolada é porta aberta para feridas emocionais. Estas feridas, quando não tratadas, fazem surgir vontades e desejos fora dos padrões morais da palavra de Deus.

3) Corpo (físico) - sob controle. O nosso corpo é templo do Espírito Santo. Devemos tê-lo sobre controle, embora saibamos que nossa carne luta contra as coisas do espírito. Mas se colocarmos em prática os princípios da palavra de Deus nascerá em nós uma característica do fruto do Espírito: o domínio próprio.



Quando um namoro está fora do padrão de Deus, o que acontece é justamente o contrário:

1) Espiritual - fraco. A sensibilidade espiritual está cauterizada. Não se consegue vencer as tentações, e as dificuldades tornam-se difíceis de serem superadas.

2) Emoções, vontade e mente - descontrolada. Não conseguem localizar o norte de suas vidas. Isso os levará a crises depressivas, sentimentos de culpa, amargura e vazio. Quando o namoro tem essas características, nota-se um ciúme doentio, falta de confiança e incertezas a respeito da vontade de Deus.

3) Físico - sensual. A lascívia penetra coração e mente, levando o corpo a consumar o pecado de fornicação. Portanto, fora do padrão de Deus, ocorre que o lado espiritual fica cauterizado; a mente, a vontade e as emoções raciocinam de forma sensual e o físico fica corrompido.

Uma pergunta séria a se considerar: a vontade de Deus é mais importante que o seu namoro?

É preciso estar com a mente renovada em Cristo para não dar lugar ao padrão mundano de namoro e procurar estar sempre preocupado com a santificação. Em Romanos 6:22 esta escrito:“Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna.”




sábado, 30 de abril de 2016

ARROGÂNCIA À BORDO


O diálogo abaixo é contado como verídico e teria sido travado no ano de 1951 entre um navio militar estrangeiro e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland, numa noite de muita nebline.
O comandante do navio avistou uma luz em rota de colisão com ele e solicitou:
– Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.
Os canadenses responderam de pronto:
– Recomendamos mudar o seu curso 15 graus para sul.
O comandante ficou mordido:
– Nós somos um navio militar… repito, mude o seu curso. 
Mas o canadense insistiu:
– Recomendamos mudar o seu curso 15 graus para sul para evitar colisão.
O capitão ficou alterado e berrou ao microfone:
–  Fique sabendo que o meu navio é um porta-aviões e que estou acompanhados destroyers e fragatas.. Exigimos que vocês mudem o seu curso 15 graus ao norte, IMEDIATAMENTE.
E o canadense calmamente respondeu:
– Isso é impossível, senhor, nós somos um FAROL, estamos num rochedo!
Depois de um breve e constrangedor silêncio, o canadense repetiu calmamente:
– Recomendamos mudar o seu curso 15 graus para sul. 

“Abominável é ao Senhor todo arrogante de coração; é evidente que não ficará impune” – Prov 16


terça-feira, 26 de abril de 2016

Estrelas Gospel envergonham o evangelho de Cristo


Na sociedade atual percebe-se um esforço demasiado empreendido por algumas pessoas para serem conhecidas e famosas. Beijos e atitudes mirabolantes são comuns pelos fãs/seguidores das estrelas da mídia.

Infelizmente existe uma versão evangélica para este tipo de estrelismo, com um marketing que não segue parâmetros bíblicos e envergonha a Cruz de Cristo, e cuida apenas em promover a pessoa, levando a expressões como: “sou importante”,“estive com alguém importante”,“fui convidado especial para tal evento importante”, “você precisa me convidar”, “já sou importante”, “Deus me usa”, “fiz isso, aquilo”, “sou perseguido”,“mereço sua atenção”.

Lembre-se do sábio conselho que está no livro de Provérbios:


·        “Que um outro te louve, e não a tua própria boca; o estranho, e não os teus lábios." (Pv 27:2)

·        “E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado.”(Mt 23:12)

A fama tem sido uma armadilha para a queda de muitos servos de Deus, os quais têm buscado o dinheiro e a vida tranquila como seus objetos de desejo.
Uma das implicações dessa busca fútil resulta na pessoa começar a pensar que está acima de qualquer autoridade, não reconhecendo a legitimidade de seus líderes. Dessa forma agem como o partidarismo criado pelos crentes da Igreja de Corinto, que presumiam poder escolher o caminho que melhor lhes aprouvesse, pelo fato de existirem pensadores, filósofos e doutores em diversas ciências em seu meio. Era uma inclinação em trazer para dentro da Igreja o velho costume do partidarismo.
Dentre esses “partidários” da Igreja de Corinto, chama-me a atenção o “partido” dos que eram de Cristo: “não obedeço a homem algum, só a Cristo”(1 Co 3.1-6).
Pessoas assim tornam-se "iluminadas", procedendo-se pelas suas próprias verdades e interpretando as Escrituras segundo os seus desejos e objetivos. É assim que nascem as heresias no seio da Igreja. Rebelam-se contra as autoridades espirituais e começam a trilhar seus próprios caminhos. Mas a colheita por essa atitude de cegueira espiritual acaba, mais dia, menos dia, chegando!
Paulo ensinou-nos a respeitar as autoridades humanas, que devem ser as guardiãs da ordem na sociedade, e as espirituais, que nos orientam quanto a vida com Deus, frisando bem a consequência sobre a desobediência a esse ensinamento:

·        "Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos." (Rm 13:2)


Busquemos seguir o conselho do sábio:


·         O temor do Senhor ensina a sabedoria, e a humildade antecede a honra.” (Pv 15:33)

Sabemos que no meio gospel existem muitos servos de Deus que buscam a glória do Senhor ao executar seus dons em prol do Reino,  e, seja na arte musical, artes cênicas ou preleção, os frutos são visíveis e edificantes na propagação do evangelho. Porém, no caminho de sucesso entre as massas, haverá sempre o risco de ceder a tentação e deixar de oferecer a glória ao Deus que dá os dons, e transferi-la àquele que executa os dons.
O profeta Isaías alerta:

·        “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura.” (Is 42.8)

A única estrela que deve brilhar é a Estrela da Manhã:

·        “Eu, Jesus,[...] sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã.”(Ap 22:16)
Por isso é de suma importância que nós, como Igreja de Jesus, saibamos nos portar, não alimentando o ego das “estrelas gospel”, e sim aconselhando, discipulando e até disciplinando para que os que estão tentando brilhar mais do que o Senhor se arrependam e retornem para o início de sua caminhada espiritual.
O Rei Salomão, um exemplo bíblico do desvio de um homem com dons presenteados pelo Senhor e que no meio de sua caminhada com Deus desviou-se do objetivo maior do propósito de sua vida, ao final, reconhecendo o perigo e a fraqueza humana, alertou:

·        “Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas; [...]”. Ec 7:8

Use os dons que o Senhor lhe der buscando a glória dEle! Somos dEle, a glória é dEle, o dom é dEle e os frutos são dEle!
Chegará um dia que prestaremos conta do que fizemos com os dons que Deus nos deu (Mt 25.14-29)!

·        Pois todos nós devemos comparecer perante o Tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas quer sejam más.” (2 Co 5:10)
Termino com um adágio popular que acabei de ouvir no rádio, sobre a humildade:


"Quanto mais frutos, mais o galho se dobra".

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