segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Homenagem Recebida da UMADJU após Sete Anos de Liderança


    

"Pastor Nivaldo e irmã Marlene, desde quando vocês começaram a atuar como nossos líderes tínhamos a confiança de que a jornada seria de êxito, mas a certeza de que teríamos muito suor.

Vou abrir o confessionário, pedido que ouvimos tantas vezes, e tornar público que, pessoalmente, fiquei com medo de que fosse muito centralizador em sua liderança. Os dias, semanas, meses e anos foram sendo acrescidos pelo Senhor, nosso Deus, e por Sua bondade e misericórdia testificamos o contrário.


Fomos aprimorados, estimulados, edificados, corrigidos, treinados, lapidados, consolados, preparados, cada um dentro da sua vocação, para que hoje possamos testemunhar este momento de transição que ocorre sem sobressaltos, sem traumas, sem anseios ruins, mas tomados de gratidão.

Concluímos 88 meses de caminhada juntos na Umadju com a alegria de que servimos a Deus e à sua igreja com simplicidade, excelência e alegria.
Uma excelência que sempre nos foi apontada como alvo por sua liderança. Foram 88 meses observando seus passos, recebendo seus pedidos de ajuda, ouvindo suas recomendações e, claro, correções. Umas “duras” de leve.



Foram 88 meses que nos acostumamos a ouvir o pedido: “Dá um sorriso pelo amor de Deus!”, expressão que sempre usa para quebrar o gelo quando os irmãos parecem estar dispersos ou apreensivos por algumas “varadinha” do pastor.

Foram 88 meses ouvindo a “falante” (só que não) irmã Marlene, terminando os cultos gerais e dizendo: “Manú, que benção!” Com o jeitinho meigo e discreto que marcam sua conduta entre nós, foi muito fácil adotá-la como “mãezona” da Umadju.

Mesmo sabendo que a irmã Marlene pouco se manifesta em público, agradecemos a ela pelos momentos que a varada poderia vir fervendo, mas veio apenas “quente”, porque ela conseguia dizer, “Bem, vai com calma!”. Por isso, nosso muito obrigado, doce irmã Marlene, por toda discrição e dedicação que, sem dúvida, servem de modelo para outras esposas de obreiros do Senhor.

Nesta jornada, foram 7 congressos. Um evento que sempre ouvimos sua palavra de ânimo para que fossem realizados como memorial diante do Senhor. Juntos, vimos Deus agindo entre nós em eventos como Desperta Jovem, Day Church, palestras, encontros. Muitas reuniões ordinárias e outras tantas “extraordinárias”. Em alguns momentos até eu dizia: “Jesus, pra que o pastor Nivaldo quer tanta reunião!” Mais uma do confessionário!

Felizmente, não ficamos arrependidos de nenhuma delas. Em todas, recebemos palavras de incentivo, direção, reflexão, encorajamento. A esmagadora maioria dos jovens não vê, mas nenhuma liderança é preparada, aprimorada, aqui, no culto público. Esta dádiva ocorre nos bastidores, longe dos holofotes, não anotada pelos homens, mas sempre reconhecida pelo Senhor.

Em suas considerações diante do ministério e da liderança de jovens, sua expressão mais presente é a de que tem convicção que “a meninada está em boas mãos.

Também acreditamos nisso. Afinal, foram 88 meses de preparação de sucessores. Vamos até sentir falta das mensagens de whatsapp e e-mail com “recados do pastor Nivaldo”. Mas só vamos sentir a falta do remetente “Nivaldo”, porque tem sucessores que já deixaram claro que aprenderam direitinho a não “deixar esquecer.  Nisso, mais um dentre tantos ensinamentos: o da necessidade de comunicação clara e contínua para o bom andamento da obra de Deus.

Muito embora não tenhamos mais a sua liderança direta na Umadju, o nosso pastor presidente não te deu alforria completa. No culto de ensino do dia 21 de novembro, o declarou “consultor” para a nova liderança. Felizmente, minha memória é boa e ouvi um “altissonante AMÉM” da igreja reunida naquela noite.

De qualquer forma, sabemos que o Pai das Luzes, em sua bondade e misericórdia, vai continuar usando a sua vida e da irmã Marlene de modo mais focado no Departamento de Família que está dando os seus primeiros passos. Reconhecemos a importância e necessidade de todos os projetos.

Rogamos ao Senhor para que continue fortalecendo suas mãos e firmando os seus passos e da irmã Marlene. Que muitos casais se inspirem e espelhem-se em vocês nesta caminhada rumo à Canaã Celestial.


Finalmente, faço lembrar um texto bíblico que foi muitas vezes usado por você para nos animar: “Porque Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra, e do trabalho do amor que para com o seu nome mostrastes, enquanto servistes aos santos; e ainda servis.” (Hebreus 6:10). Aproprio-me da benção sacerdotal, registrada em Números 6.24-26, e declaro-a sobre a sua vida com coração transbordante de gratidão: “O Senhor te abençoe e te guarde; O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz.”. Amém.

Diretoria Umadju
União das Mocidades da Assembleia de Deus - Min. Belem, em Jundiai SP

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Ação Social Com Cristo - Umadju

No dia 10 de junho, foi realizada a primeira edição do "Ação Com Cristo", um projeto social da UMADJU (União da Mocidade da Assembleia de Deus de Jundiaí), sob coordenação geral do Pastor Nivaldo Ximenes, elaborado com o objetivo de prestar atendimento gratuito em diversas áreas para a população aliado à pregação do evangelho na região da vila Ruy Barbosa.  O evento contou com a contribuição voluntária de advogados, médicos, nutricionistas, assistentes sociais, psicólogos, dentistas, cabeleireiros, manicures, quiropraxistas, profissionais de enfermagem, entre outros.Todos foram convidados pela pediatra Dra. Claudia Davini, designada para a articulação dos profissionais em torno do projeto. 
A programação incluiu, ainda, a apresentação de diversas bandas convidadas pelo maestro Roberto Nascimento e sonorizadas com o apoio do maestro Eli Lorenti. O maestro Clébio Azevedo viabilizou a apresentação de duas orquestras de câmara que se apresentaram nos períodos manhã e tarde. Ao longo de todo o dia cantores e músicos anunciaram o amor de Deus por meio dos acordes.
O Departamento Infantil, sob a coordenação da irmã Susana Cirqueira, também marcou presença e registrou dez crianças que após a exposição da mensagem do evangelho entregaram suas vidas a Cristo. Alguns jovens elaboraram uma exposição interativa para apresentar o plano da salvação. Uma equipe de evangelizadores também atuou no acolhimento dos interessados para ministrar uma palavra de conforto e orar pelas pessoas. Assim, sete pessoas confessaram aceitar a Cristo como Salvador e Senhor.  
A coordenação geral da UMADJU agradece aos gestores da E.E. Deolinda Copelli, na pessoa da diretora Jucineide Vieira. Os agradecimentos são extensivos aos laboratórios AstraZeneca e Torrent que doaram insumos e equipamentos para a realização de exames gratuitos para a população e aos parceiros da JOYNT, CTQuiro, QuiroSer e CardioVision que prestaram atendimento em Quiropraxia e Cardiologia. 
O próximo "Ação Com Cristo", permitindo o Senhor, será realizado no dia 23 de setembro, na região do Novo Horizonte.


Texto e fotos - Emanuel Moura  
Fonte: http://www.adjundiai.org.br/noticia/739

domingo, 6 de agosto de 2017

Divorcio: uma cirurgia sem anestesia

O casamento segundo a Palavra de Deus é indissolúvel (Mt 19.5,6). A Palavra de Deus aborda o tema com imparcialidade. Os cônjuges só podem contrair novas núpcias pela morte de um deles (Rm 7.2,3).
Em pelo menos duas situações, segundo a Palavra do Deus, o divórcio é permitido. Para entender, leia os textos bíblicos inseridos em cada tópico:
·         Adultério (Mateus 19.3-9).
·         Quando o cônjuge descrente deseja ir embora (1 Co 7.12-15).
Paulo aborda uma situação de separação por necessidade:
Todavia, aos casados mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher.” (1 Co 7.10,11)
Neste caso, podemos entender que a separação, e não o divórcio, entre os cristãos é permitida quando existe necessidade de proteção à vida, embriaguez ou uso de drogas acompanhada de violência ou um tempo para acalmar os ânimos e poder iniciar um tratamento ou ajuda. Já participei de um aconselhamento onde o marido, ex-viciado, era fiel e repentinamente retornou à prática, consumindo e levando drogas para dentro do próprio lar, colocando sua esposa e filhos em risco.
Não podemos ser coniventes com situações diferentes das abordadas pela Palavra de Deus e tolerar o divórcio sem instruir, disciplinar e ajudar os casais que entram por este caminho.

Quanto aos que vieram do mundo, ou seja, antes de conhecer o evangelho, repousa sobre eles uma bela promessa: “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam” (At 17.30).

terça-feira, 4 de julho de 2017

DISCIPLINA NO LAR

Uma família saudável precisa ter a hora certa para todas as coisas:
 “Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” (Eclesiastes 3.1)
Isso significa que ela precisa ser disciplinada. Disciplinada no sentido realizar as tarefas, a alimentação, o lazer e demais coisas de forma ordenada e continua. Ela precisa ter disciplina

O que é disciplina? É correção, instrução ou treinamento. É fazer o discípulo igual ao seu mestre. Isso significa que os pais devem ser o exemplos para seus filhos. Um exemplo tem mais força que um sermão!

A forma como Deus disciplina seus filhos serve de base para a disciplina no lar. No convívio do lar cada membro tem um papel ordenado nas escrituras para desempenhar no lar. Cabe aos pais serem os exemplos vivos e disciplinadores de seus filhos.


 As atitudes e ações são aprendidas. Elas não vêm e ou nascem com a gente. Todos precisam ser discipulados e disciplinados. Em Provérbios 20:11 está escrito: "Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se o que faz é puro e reto."
Também informa a necessidade da disciplina e o seu propósito: "Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno." (Provérbios 23:13-14)


As autoridades constituídas por Deus na família são os pais. Na ausência do pai é a mãe. Estando presente o pai deve assumir o papel de disciplinador. Em Romanos 13:2 Paulo ensina que "De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação."


 A disciplina deve ser exercida pelos pais com o próprio Exemplo. O exemplo fala mais alto do que as palavras (I Tm 4.12; I Co11.1; Jo 13.15); com Amor pois o amor é a base da disciplina (I Co 13.4,7); ensinando pois o ato de ensinar deve ser entendido como ministrar ou transmitir conhecimentos e informações.
Os pais devem ensinar as crianças desde pequenos a respeitarem as pessoas, ter boa educação, serem aplicáveis estudantes e principalmente a educação religiosa (Dt 6. 6,7).

“Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o SENHOR vosso Deus para ensinar-vos, para que os cumprísseis na terra a que passais a possuir; Para que temas ao Senhor teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida, e que teus dias sejam prolongados.”(Deuteronômio 6:1,2)


sábado, 10 de junho de 2017

Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico


Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico.
A Associação Americana de Pediatras urge os educadores e legisladores a rejeitarem todas as políticas que condicionam as crianças a aceitarem como normal uma vida de personificação química e cirúrgica do sexo oposto. São os fatos, e não a ideologia, o que determina a realidade.
1. A sexualidade humana é um traço biológico binário objetivo: “XY” e “XX” são marcadores genéticos de saúde, não de um distúrbio. A norma para o design humano é ser concebido ou como macho ou como fêmea. A sexualidade humana é binária por design, com o óbvio propósito da reprodução e florescimento da nossa espécie. Esse princípio é evidente em si mesmo. Os transtornos extremamente raros de diferenciação sexual (DDSs) — inclusive, mas não apenas, a feminização testicular e hiperplasia adrenal congênita — são todos desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são justamente reconhecidos como distúrbios do design humano. Indivíduos com DDSs não constituem um terceiro sexo.
2. Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. Gênero (uma consciência e percepção de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, não um conceito biológico objetivo. Ninguém nasce com uma consciência de si mesmo como masculino ou feminino; essa consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilada por percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas da criança, desde a infância. Pessoas que se identificam como “sentindo-se do sexo oposto” ou “em algum lugar entre os dois sexos” não constituem um terceiro sexo. Elas permanecem homens biológicos ou mulheres biológicas.
3. A crença dele ou dela de ser algo que não é indica, na melhor das hipóteses, um pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, existe um problema psicológico objetivo, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado como tal. Essas crianças sofrem de disforia de gênero (DG). Disforia de gênero, anteriormente chamada de transtorno de identidade de gênero (TIG), é um transtorno mental reconhecido pela mais recente edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana (DSM-V). As teorias psicodinâmicas e sociais de DG/TIG nunca foram refutadas.
4. A puberdade não é uma doença – e os hormônios que bloqueiam a puberdade podem ser perigosos. Reversíveis ou não, os hormônios que bloqueiam a puberdade induzem a um estado doentio — a ausência de puberdade — e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança até então biologicamente saudável.
5. Cerca de 98% dos meninos e 88% das meninas confusos com o próprio gênero acabam aceitando o seu sexo biológicodepois de passarem naturalmente pela puberdade, segundo o DSM-V.
6. Crianças que usam bloqueadores da puberdade para personificar o sexo oposto vão requerer hormônios do outro sexo no fim da adolescência. Esses hormônios (testosterona e estrogênio) estão associados a riscos para a saúde, o que inclui, entre outros, o aumento da pressão arterial, a formação de coágulos sanguíneos, o acidente vascular cerebral e o câncer.
7. O índice de suicídio é 20 vezes maior entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem a cirurgias de mudança de sexo – inclusive nos países mais afirmativos em relação aos chamados LGBTQ, como a Suécia. Que pessoa compassiva e razoável seria capaz de condenar crianças e jovens a esse destino, sabendo que, após a puberdade, cerca de 88% das meninas e 98% dos meninos vão acabar aceitando a realidade com boa saúde física e mental?
8. É abuso infantil condicionar crianças a acreditarem que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto seja normal e saudável.Endossar a discordância de gênero como normal através da rede pública de educação e de políticas legais servirá para confundir as crianças e os pais, levando mais crianças a serem apresentadas às “clínicas de gênero” e aos medicamentos bloqueadores da puberdade. Isto, por sua vez, praticamente garante que essas crianças e adolescentes vão “escolher” uma vida inteira de hormônios cancerígenos e tóxicos do sexo oposto, além pensarem na possibilidade da mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo quando forem jovens adultos.
Michelle A. Cretella, M.D.Presidente da Associação Americana de Pediatras
Quentin Van Meter, M.D.Vice-Presidente da Associação Americana de Pediatras Endocrinologista Pediátrico
Paul McHugh, M.D.Professor Universitário de Psiquiatria da Universidade Johns Hopkins Medical School, detentor de medalha de distinguidos serviços prestados e ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital
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A partir de matéria do blog Modéstia Masculina

Homenagem Recebida da UMADJU após Sete Anos de Liderança

      "Pastor Nivaldo e irmã Marlene, desde quando vocês começaram a atuar como nossos líderes tínhamos a confiança de que a jor...