domingo, 6 de agosto de 2017

Divorcio: uma cirurgia sem anestesia

O casamento segundo a Palavra de Deus é indissolúvel (Mt 19.5,6). A Palavra de Deus aborda o tema com imparcialidade. Os cônjuges só podem contrair novas núpcias pela morte de um deles (Rm 7.2,3).
Em pelo menos duas situações, segundo a Palavra do Deus, o divórcio é permitido. Para entender, leia os textos bíblicos inseridos em cada tópico:
·         Adultério (Mateus 19.3-9).
·         Quando o cônjuge descrente deseja ir embora (1 Co 7.12-15).
Paulo aborda uma situação de separação por necessidade:
Todavia, aos casados mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher.” (1 Co 7.10,11)
Neste caso, podemos entender que a separação, e não o divórcio, entre os cristãos é permitida quando existe necessidade de proteção à vida, embriaguez ou uso de drogas acompanhada de violência ou um tempo para acalmar os ânimos e poder iniciar um tratamento ou ajuda. Já participei de um aconselhamento onde o marido, ex-viciado, era fiel e repentinamente retornou à prática, consumindo e levando drogas para dentro do próprio lar, colocando sua esposa e filhos em risco.
Não podemos ser coniventes com situações diferentes das abordadas pela Palavra de Deus e tolerar o divórcio sem instruir, disciplinar e ajudar os casais que entram por este caminho.

Quanto aos que vieram do mundo, ou seja, antes de conhecer o evangelho, repousa sobre eles uma bela promessa: “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam” (At 17.30).

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